Profissionalismo e capacitação, a receita Pró-Saúde de sucesso

 
A Pró-Saúde participou do Fórum Nordeste de Gestão em Saúde, onde o Diretor Operacional Duberney Rocha Marco apresentou “Soluçōes para Maior Resolutividade e Economicidade para Entidades Filantrópicas”. Duberney fez uma explanação sobre o cenário de atuação das filantrópicas na saúde pública, abordou as principais dificuldades enfrentadas pelo segmento, explicou como as entidades privadas com fins lucrativos atuam nesse mercado e apresentou experiências de gestão bem sucedidas da Pró-Saúde. Acompanhe, abaixo, como foi a participação da Pró-Saúde no painel voltado às entidades filantrópicas.

O que significa para a Pró-Saúde participar de um painel voltado às filantrópicas?

Duberney – Pela experiência que a Pró-Saúde adquiriu em 45 anos, pela amplitude de sua atuação em todo o país e pelo foco bem definido em gestão hospitalar, apresentar um painel como este significa ampliar parcerias, oferecer e trocar experiências com provedores das Santas Casas, com outras entidades, federações e diversas associações do setor de Saúde.

A Pró-Saúde sempre participa dos eventos, porque nossa presença é um referencial para muitas entidades filantrópicas que querem crescer e melhorar suas estruturas de gestão. Nossa expertise nos permite repassar conhecimentos e colaborar com essas entidades, que aprendem que é possível fazer diferente, até mesmo nos rincões mais longínquos, naquelas situações nas quais as dificuldades são mais prementes. E isto nos dá credibilidade!

Veja, nós também atuamos na Região Norte, onde há circunstâncias bem peculiares e extremamente complicadas. E a Pró-Saúde mostra que é possível inovar e empreender. A cada ano que passa, as instituições filantrópicas aumentam o entendimento de que é possível fazer diferente, e a gente acaba sendo chamado a participar dos eventos.

O que mais a Pró-Saúde tem a oferecer aos seus parceiros nesses eventos?

Duberney – Como uma instituição especializada em gestão hospitalar, a Pró-Saúde tem contribuído muito para o fortalecimento de soluções em questões fundamentais que afetam as filantrópicas prestadoras de serviço para o Sistema Único de Saúde (SUS). Por exemplo, alternativas e oportunidades à falta de recursos para manter e ampliar a crescente demanda da saúde pública e melhorar os processos de gestão.

A presença da Pró-Saúde nesses eventos é muito forte, porque as pessoas sempre nos procuram para conhecer as soluções que damos aos nossos processos. Muitos acreditam que temos soluções prontas, mas não é fácil. A expertise que adquirimos é fruto de muito trabalho, profissionalismo e investimentos em capacitação.

Há várias instituições privadas que trabalham para o SUS e a gente observa que as dificuldades enfrentadas por elas são muito semelhantes às das filantrópicas, as questões são mais ou menos as mesmas. A forma de tratar essas questões é que faz a diferença. As instituições privadas encaram os desafios com o olhar de negócio; e as filantrópicas tentem a não tratar isso como negócio.

Então, acho que a Pró-Saúde contribui, como neste painel que apresentamos, demonstrando que é possível ser filantrópico e ter resultados. Mas é imprescindível que haja atuação profissional na gestão de uma entidade filantrópica.

São muitos os obstáculos e desafios para as administrações filantrópicas?

Duberney – O maior obstáculo é, sem dúvida, enfrentar a falta de recursos. Numa conversa com a maioria dos provedores presentes neste Fórum, você vai escutar: eu tenho um passivo muito grande, devo muito, eu ajustei as minhas contas e fiquei devendo muito, tenho dificuldades para investir. Por isso, eu diria que o maior desafio são essas entidades compreenderem que o profissionalismo na gestão e o investimento em capacitação trazem soluções, fazem efetivamente a diferença.

E como fazer isso?

Duberney – Como já dissemos acima, acreditamos que o caminho é encarar as coisas de forma diferente, deixar de fazer do mesmo jeito, quebrar paradigmas, buscar novos pontos de vista, firmar parcerias.

Qual é o diferencial da Pró-Saúde na gestão hospitalar no Nordeste?

Duberney – A Pró-Saúde está presente no Nordeste há muitos anos. Esta é uma região onde as estruturas públicas são muito grandes, o Estado é muito presente devido à carência da população, ao ainda baixo poder aquisitivo. Ou seja, há muitos clientes do SUS e isso faz com que outras instituições não invistam na região. Claro que há polos de excelência, como Salvador, Recife, Fortaleza, apenas para citar alguns exemplos. São locais que têm estruturas magníficas, mas que atendem outro nicho de mercado. Então, quem atende o cliente do SUS? O hospital público!

Nosso grande diferencial, além da experiência de 45 anos no ramo, está no fato de que a Pró-Saúde implanta uma estrutura completa, seja nas instituições públicas ou privadas, com métodos, processos bem definidos, tudo modelado. Isso permite às instituições daqui trabalharem com padrões de gestão de alto nível. Hoje, temos vários hospitais públicos sendo acreditados no Nordeste e muitos deles têm a Pró-Saúde como referência. Isso porque sempre fomos líderes e pioneiros. Dessa forma, os primeiros hospitais públicos no Nordeste foram acreditados pela Pró-Saúde.

 

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