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Confira resultado das eleições do CRA-TO

A chapa composta pelos administradores Iranilson Ferreira Mota, David Panisset Santana e Neumar Lemes Elias – Conselheiros efetivos – e Anderson Luiz Justino Martins, Francisco Almeida Costa e Francisco Alves de Lira – Conselheiros suplentes – foi eleita com 245 votos, correspondendo a 87.189% dos votos válidos. A eleição para composição da diretoria do Conselho Regional de Administração do Tocantins (CRA-TO), ocorreu nesta quinta-feira, 25, pelo site www.votaadministrador.org.br.

O voto era obrigatório para os administradores e tecnólogos. Ao todo, 281 pessoas votaram, sendo contabilizado 19 votos brancos e 17 nulos. Os recursos e pedidos de impugnação contra o resultado das eleições deverão ser entregues no CRA-TO, no prazo de três dias, contados a partir da data da publicação do resultado.

Após a homologação do processo eleitoral, será expedido aos eleitos pela CPE/CFA, Diploma que os habilitam ao mandato. O Administrador eleito somente tomará posse mediante a apresentação do Diploma. O mandato é de quatro anos, a partir de 2013.

Outubro Rosa: a Pró-Saúde e você estão juntos na luta contra o câncer de mama

 
Aviões pintados de cor-de-rosa estão cortando o céu azul. Na sua cidade, algum prédio deve estar enfeitado com laços de fita cor-de-rosa. O Cristo Redentor e os monumentos nas capitais estão iluminados de rosa nas noites do Outubro Rosa. Somos todos contra o câncer e também contra o câncer de mama. Por isso, usamos rosa e falamos desse tipo de câncer nesse Outubro Rosa que está chegando ao fim. 
 
O que podemos fazer “contra” o câncer e contra o câncer de mama, não é apenas entrar na corrente rosa do Outubro Rosa. Porque o Outubro vai indo embora e o câncer permanece fazendo suas vítimas, provocando dores, mutilando e ceifando nossas lindas mulheres, as nossas esposas, mães, irmãs e filhas.
 
Cada pessoa individuamente parece que pouco pode fazer contra o câncer de mama. Médicos, enfermeiros, bioquímicos e cientistas certamente podem e fazem algo de concreto para combater os efeitos da doença, mas ainda não têm como evitar que ela se manifeste.
 
Mas nós precisamos nos conscientizar de que o Outubro Rosa, e todas as menções que se fazem à luta contra o câncer de mama, têm um grande e único objetivo: entender que o câncer pode ser menos danoso se mantivermos em mente – como um grande aviso em rosa – que quando acabar este Outubro Rosa, precisamos ficar atentos para que nossas mulheres não deixem de fazer os exames indicados para detectar em fase precoce o aparecimento do câncer de mama.
 
Não há motivo para se preocupar a ponto de perder a alegria de viver.  Mas a lembrança da cor representa um alerta para que a atenção com a saúde faça da vida de todas as pessoas uma fonte de mais alegrias e mais prazeres.
 
Está acabando o Outubro Rosa, mas a vida segue cor-de-rosa, esplêndida!
 
Perfil
 
Cesar Bortoluzo é Médico Urologista graduado pela Faculdade de Medicina da USP, Especialista em Cirurgia Geral pelo Hospital das Clínicas-FMUSP, Especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia, Especialista em Gestão de Sistemas de Saúde pela Fundação Getúlio Vargas (MBA) e Coordenador Médico e Responsável Técnico pelo Escritório Central da Pró- Saúde/TO
 

Relação médico e paciente: uma dor pra se curar

A relação entre médico e paciente, apesar de sua complexidade e das influências externas – tais como o excesso de informações atualmente disponíveis sobre a saúde – pode ser aperfeiçoada. E a aproximação humana é um caminho. É o que propõe o médico Cesar Bortoluzo em seu artigo.

“O paciente, ou cliente, espera do médico que lhe apresente objetivamente uma causa para seu desconforto e uma solução concreta, material e, de preferência, simples, que lhe doa menos do que a doença. Nessa troca de informações e impressões entre os dois, há várias barreiras a criar possibilidades de desencontros e desfechos desagradáveis”, afirma.

Para o especialista em urologia e gestão de sistemas de saúde, devem ser consideradas as diferenças culturais que dificultam a compreensão da linguagem técnica. “Aprender a ‘língua do povo’ é mais fácil para o médico que, apesar de vir geralmente das elites culturais e econômicas, pode e deve se aproximar” defende Dr. Cesar. “Fazer o paciente e sua família entenderem a doença e o tratamento é o mais difícil, porque a escola o ensina a falar e pensar tecnicamente, para ter prestígio entre os pares, mais do que saber se comunicar com seu objeto de atenção, o paciente”, admite ele.

“Trabalhar a humanização do atendimento, o acolhimento dos pacientes, a receptividade às queixas do doente e da família e o conforto físico decente fazem parte de todos os processos de atenção à saúde, seja nos hospitais ou nos ambulatórios de atenção primária”, afirma.

Segundo Bortoluzo, “há condições objetivas a serem criadas, mantidas e aperfeiçoadas. Há, acima de tudo, a disposição de servir e a atitude de conseguir mais do que a cura, muitas vezes impossível, chegar ao maior objetivo da arte médica.”

Leia o artigo na íntegra: [prettyfilelink src=”http://prosaudetocantins.org/wp-content/uploads/2012/08/ARTIGO-Cesar-Bortoluzo.pdf” type=”pdf”]ARTIGO – Cesar Bortoluzo[/prettyfilelink]

César Bortoluzo, Médico Urologista graduado pela Faculdade de Medicina da USP, Especialista em Cirurgia Geral pelo Hospital das Clínicas-FMUSP, Especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia e Especialista em Gestão de Sistemas de Saúde pela Fundação Getúlio Varga (MBA) é Coordenador Médico e Responsável Técnico pelo Escritório Central da Pró-Saúde Tocantins.