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Boa notícia no Dia Mundial de Luta contra AIDS: medicamento usado por soropositivos será fabricado no Brasil

Reportagem do Portal do Ministério da Saúde informa que a partir de 2013, começará a ser distribuído na rede pública de saúde mais um medicamento com o rótulo nacional para o tratamento da aids: o Sulfato de Atazanavir. O antirretroviral que já é distribuído aos pacientes do SUS, é utilizado por cerca de 45 mil pessoas – perto de 20% do total de pacientes, 217 mil.

A produção nacional do Atazanavir será possível graças a uma Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) firmada entre o Ministério da Saúde – por meio do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – e o laboratório internacional Bristol-Myers Squibb. Atualmente, o Atazanavir é importado. Com a PDP, a expectativa é de que o Ministério da Saúde economize cerca de R$ 81 milhões por ano, durante a parceria.

O Sulfato de Atazanavir é um antirretroviral da classe dos inibidores de protease e constitui uma importante droga na composição de esquemas terapêuticos para o tratamento de pacientes com infecção por HIV/Aids. Atualmente, ele é indicado para início de terapia antirretroviral como um dos medicamentos preferenciais pelas diretrizes internacionais do Departamento de Saúde dos Estados Unidos (DHHS, na sigla em inglês), da Sociedade Internacional de Aids (IAS, na sigla em inglês) e da Sociedade Clínica Europeia de Aids (EACS, na sigla em inglês), e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

COMBATE AO VÍRUS –O Brasil é referência mundial no enfrentamento ao HIV/Aids. Há 16 anos, o SUS garante acesso universal a todos os medicamentos necessários para o combate ao vírus HIV, além de exames e acompanhamento médico, que beneficiam 217 mil brasileiros. Além disso, o SUS oferece tratamento antirretroviral a 97% dos brasileiros diagnosticados com Aids.

Leia a íntegra no Portal do MS clicando aqui.

Fonte: Tatiana Alarcon, da Agência Saúde – Ascom/MS

 

 

Onde encontrar materiais para campanha de prevenção

Os portais do Ministério da Saúde  e da Secretaria de Saúde do Estado do Tocantins oferecem diversos materiais e informações úteis para as campanhas promovidas pelas unidades administradas pela Pro-Saúde. São mensagens, cartazes e folhetos produzidos por especialistas em comunicação e testados para conseguir maior adesão do público às mensagens. Como a campanha nacional de combate à dengue de 2012/2013.

O cartaz acima é um dos materiais disponíveis no site do Ministério da Saúde, na área reservada para Campanhas Publicitárias. Ele traz mensagem mais direta à população buscando promover a mudança de comportamento e alertar sobre a gravidade da doença para que as pessoas eliminem os criadouros do mosquito em suas casas. O objetivo é mobilizar a população a praticar medidas simples de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti.

Utilizar materiais dos sites oficiais poupa tempo das Comissões de Humanização que podem adaptar o conteúdo à realidade local. Ao seguir a mesma linha de comunicação é mantida, aos olhos do público,  a sintonia com as campanhas estaduais e nacionais. Vale conferir!

 

Boa iniciativa: HURSO faz ação contra a dengue

A O.S. Pró-Saúde/Hospital de Urgência da Região Sudoeste (HURSO), em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde do Governo de Goiás, fazem nesta quinta-feira, 29 de novembro, uma ação de orientação para o combate da Dengue, com o tema: “Faça chuva ou faça sol, o combate à dengue não pode parar”.

Dados do novo Boletim Epidemiológico da Dengue apresentados pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apontam redução de 64% de casos de dengue confirmados neste ano em comparação a 2011. O número de óbitos pela doença no país também apresentou queda, de 49% em comparação com o mesmo período do ano passado. De janeiro até a primeira semana de novembro, foram confirmadas 247 mortes, sendo que no mesmo período de 2011 foram 481 casos. Também foi anunciada a campanha de Mobilização Nacional e os dados do Levantamento Rápido de Índice Aedes aegypti (LIRAa).

Segundo Reginaldo Biffe, Diretor Geral do HURSO, a redução de casos de dengue e dos óbitos denotam a importância da execução de ações voltadas a prevenção e conscientização da sociedade. “Prevenir é o melhor caminho”, conclui Biffe.

A ação começou no centro comercial de Santa Helena de Goiás (GO) a partir das 09h com a entrega de material informativo (panfleto, bottons e adesivos) à sociedade.

 

Pró-Saúde apresenta solução de compras hospitalares em maior evento de logística do país

 

A Central de Compras da Pró-Saúde é uma solução inovadora que será apresentada nesta quarta-feira no  26º Simpósio de Supplay Chain e Logística, evento anual sobre gestão de processos logísticos que reúne nos dias 24 e 25 de outubro, em São Paulo, as grandes empresas e instituições do Brasil.

No maior evento da América Latina de logística, aquisições de suprimentos e terceirização, a Gerente de Logística da Pró-Saúde, Monica Granzo, irá apresentar o painel sobre Inovações no outsourcing de hospitais independentes.  

A executiva vai explicar como a entidade beneficente , em apenas cinco anos, desenvolveu uma unidade de terceirização de central de compras eletrônicas, para abastecer 46 unidades de saúde em todo território nacional, inclusive os hospitais do Tocantins, com maior agilidade e economia.

“Temos uma operação que consolida a demanda de serviços de saúde, desde a Floresta Amazônica até estados do sul do país, onde consolidamos 200 mil requisições de compra padronizada e transformada em 7 mil processos de compra que resultaram em uma complexa logística de entrega de 70 mil pedidos”, informa Mônica Granzo.

Há quatro anos, a plataforma de compras eletrônicas da empresa Paradigma, que participa do Simpósio, tem apoiado a Central de Compras da Pró-Saúde nas demandas dos serviços de saúde, gerenciados pela entidade.

Foi uma iniciativa da Central de Compras que substituiu os termômetros  de mercúrio dos hospitais de Tocantins por modelos digitais, como recomenda a iniciativa parte do projeto “Salud sin daño” em parceria com a Organização Mundial de Saúde, baseados no documento de política da OMS para o uso de mercúrio em instituições de saúde.

Com a certificação da ISO 9001:2008, prevista para dezembro, e as novas exigências de sustentabilidade e controle de fornecedores, a Pró-Saúde planeja atender de forma mais integrada seus parceiros, oferecendo um sistema de controle de solicitações e autorização descentralizado para abastecimento de mais de 11 mil itens e gestão de 1.500 contratos.

“O próximo passo da Pró-Saúde é se tornar a primeira Central de Compras do segmento certificada ISO 14020 do país. Com o apoio do portal ClicBusiness, que conta com um banco de 70 mil fornecedores de vários setores, pretendemos expandir ainda mais nossa atuação, além de compras hospitalares, atendendo outras necessidades do segmento de saúde, dentro de um modelo de sustentabilidade viabilizado, em boa parte, por meio da tecnologia da plataforma que adotamos da Paradigma SRM – Supplier Relationship Management e Procurement”, afirma Mônica.

 

Boa notícia: mortalidade feminina no Brasil cai 12% nos últimos 10 anos

Doenças como Acidente Vascular Cerebral (AVC) e isquêmicas do coração, como o infarto, tiveram as taxas reduzidas entre as mulheres, como informa o Portal do Ministério da Saúde.

Na Região Norte, a redução foi de 9,1% de casos.

“Essa redução mostra que o país tem qualificado assistência à mulher, mas também demonstra que temos de continuar priorizando as causas dos óbitos das mulheres, como o câncer de mama”, reforça o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Leia abaixo a íntegra da reportagem*:

O Brasil reduziu em 12% a mortalidade feminina nos últimos 10 anos. No período de 2000 a 2010, houve redução da taxa de mortalidade de 4,24 óbitos por mil mulheres para 3,72. Este é um dos estudos do Saúde Brasil (edição 2011), publicação do Ministério da Saúde.

“Essa redução mostra que o país tem qualificado assistência à mulher, mas também demonstra que temos de continuar priorizando as causas dos óbitos das mulheres, como o câncer de mama”, reforça o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Todas as regiões do país tiveram suas taxas reduzidas. A maior redução foi verificada na região Sul do país (14,6%), seguida pela região Sudeste (14,3%). A região Centro-Oeste apresentou redução de 9,6%, enquanto as regiões Nordeste e Norte, apresentaram redução de 9,1% e 6,8%, respectivamente.

Entre as principais causas de mortalidade feminina estão as doenças do aparelho circulatório, como Acidente Vascular Cerebral (AVC)e o infarto, que aparecem em primeiro lugar representando 34,2%. No entanto, as doenças cerebrovasculares e as isquêmicas do coração apresentaram redução no período de 2000 a 2010. A taxa das doenças cerebrovasculares em mulheres, como o AVC, caiu de 43,87 em 2000, para 34,99 em 2010. As doenças isquêmicas do coração, como o infarto, também tiveram a taxa reduzida de 34,85 para 30,04.

“A melhoria na assistência à saúde, o aumento da expectativa de vida aliado à ampliação do acesso à informação, assim como a redução do tabagismo contribuíram para termos um impacto positivo nas  mortes de jovens,” disse Deborah Malta, diretora de Análise de Situação em Saúde, do Ministério da Saúde.

Essas doenças têm como fatores de risco a falta de exercícios físicos e uma dieta rica em gordura saturada, que tem como consequência o aumento dos níveis de colesterol e hipertensão. Para ampliar e qualificar a assistência às vitimas de infarto e AVC, o Ministério da Saúde está investindo nas linhas de cuidado dessas doenças. Entre as novidades para o infarto está a inclusão dos medicamentos tenecteplase, alteplase e clopidogrel – para continuidade do tratamento, além do troponina que é o teste rápido para diagnóstico do infarto. Já para o AVC, a novidade também está na incorporação do trombolítico alteplase, além da ampliação de serviços habilitados para assistência às vítimas da doença.

CAUSAS – As neoplasias representam a segunda maior proporção de óbitos em mulheres em 2010, no total de 18,3%. Dentro das neoplasias, o câncer de mama tem o maior índice (2,8%), depois o câncer de pulmão (1,8%) e câncer do colo do útero (1,1%).

Como forma de prevenção do câncerde mama e do colo de útero, o Ministério da Saúde tem investido no Plano Nacional de Prevenção, Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Colo do Útero e de Mama, lançando no ano passado. Entre as ações está a incorporação do Trastuzumabe, um dos mais eficientes medicamentos de combate ao câncer de mama e a expansão dos serviços de radioterapia no país.

Na faixa etária a partir dos 30 anos, as doenças do aparelho circulatório e neoplasias se confirmaram como as causas mais frequentes de óbitos. Já nos menores de 10 anos predominaram as afecções perinatais, e entre mulheres de 10 a 29 anos de idade, as causas externas, como, por exemplo, acidentes e agressões.

FECUNDIDADE – O estudo revela novo perfil da população feminina, apontando para envelhecimento desde público. Entre 2000 a 2010, a taxa de fecundidade geral no Brasil caiu de 2,38 para 1,9 filhos por mulher, valor inferior ao chamado nível de reposição que é de 2,1 filhos por mulher.

Em 2010, a esperança de vida das mulheres era de 77,32 anos, enquanto a dos homens era de 69,73 anos, o que corresponde a uma diferença de mais de sete anos.

MORTALIDADE MATERNA – O estudo Saúde Brasil também trouxe a taxa de mortalidade materna de 2010, que chegou a 68 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos. Na comparação com os últimos 20 anos (1990 a 2010), a razão da mortalidade materna no Brasil caiu 50%.

Para continuar reduzindo esses índices, o Ministério da Saúde lançou no ano passado a estratégia Rede Cegonha, que vem ampliando e qualificando a assistência à mulher e ao bebê. Já foram destinados R$ 3,3 bilhões para execução das ações da rede, além de mais de R$ 89 milhões para fortalecer o pré-natal no SUS. Mais de 4.800 municípios já aderiram à estratégia, com a previsão de atendimento de mais de dois milhões de gestantes no país. 

 Fonte: Tinna Oliveira, da Agência Saúde – Ascom/MS para o Portal do Ministério da Saúde.

Pró-Saude comemora Dia do Médico

No dia 18 de outubro, Dia do Médico, a Pró-Saúde reafirma o compromisso de contribuir para a valorização da medicina e da assistência em todas as nossas unidades. Reconhecemos nos profissionais médicos os atores principais do sistema de saúde, responsáveis pelo salto de qualidade assistencial dos hospitais que gerenciamos.

Pró-Saúde se alinha aos anseios externados na campanha do Conselho Federal de Medicina, sobretudo no que se refere à valorização da medicina e da assistência em saúde no Brasil. A categoria merece total apoio ao compromisso social assumido por meio do CFM: “ lutar pela qualidade da atenção à saúde”. 

As comemorações e homenagens programadas em cada hospital representam de forma singela o reconhecimento da entidade aos que dedicam  seus esforços para salvar vidas.

Aos profissionais responsáveis por promover a saúde e o bem estar das pessoas, o agradecimento da Pró-Saúde pela dedicação no atendimento aos pacientes e pelo trabalho desenvolvido em cada instituição.

Bom dia e bom trabalho!

 

 

 

Pró-Saúde inova em Goiás: hospital implanta protocolo de cirurgia segura

O Centro Cirúrgico da O.S. Pró-Saúde/Hospital de Urgência da Região Sudoeste (HURSO), gerenciado pela Pró-Saúde em Santa Helena de Goiás, iniciou neste mês a implantação do Protocolo de Cirurgia Segura, proposto pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Segundo a enfermeira, coordenadora do bloco cirúrgico, Lilian Jabur, o check-list de cirurgia segura tem como objetivo a conferência antes, durante e após os procedimentos de cirurgia.

“Na entrada do centro cirúrgico, na sala antes da indução anestésica e pela equipe cirúrgica antes do procedimento, marcação da lateralidade pelo cirurgião antes de entrar no centro cirúrgico, ainda na unidade de internação, consentimento anestésico e de procedimento cirúrgico e amputação assinado pelo usuário ou familiar, contagem de compressas e instrumentais antes, durante e no final do procedimento, e ainda visita pré-cirúrgica da enfermagem e anestesia. Tudo isto visando a segurança dos usuários e a minimização dos riscos inerentes ao processo”, explica Lilian.

O protocolo foi elaborado com base na Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica proposta pela OMS, dentro do segundo desafio global para a segurança do paciente: “Cirurgias Seguras Salvam Vidas”, com a proposta de reduzir complicações nos cuidados cirúrgicos que são causas de morte e invalidez em todo o mundo.

O check-list segue uma cronologia de cuidados que envolvem a conferência da equipe de operação, nome completo do usuário e sala de cirurgia. Todos os métodos necessários para impedir danos na administração de anestésicos e minimização da dor ao paciente também constam no protocolo, além da preparação da equipe para intercorrências que envolvam a função respiratória, perda sanguínea, reação adversa a medicamentos ou alérgica.

De acordo com o portal “Cirurgia Segura”, a eficácia do check-list é inegável: reduz em 37% as complicações peri-operatórias (que ocorrem durante e depois da operação) e em 42% a mortalidade decorrente de complicações da cirurgia, isso significa 420 mil mortes a menos por ano no mundo.

 Fonte: assessoria de comunicação do HURSO

Boa notícia: Brasil reduz mortalidade por AVC entre idosos

Vele conferir a reportagem distribuída pela Agência Brasil sobre a redução de 32% de óbitos entre pessoas cima de 70 anos, registrada pelo Ministério da Saúde. 

Brasília – Dados do Ministério da Saúde apontam que entre 2000 e 2010, a mortalidade por acidente vascular cerebral (AVC) caiu 32% na faixa etária até os 70 anos, que concentra as mortes evitáveis. Apesar disso, a doença está entre as principais causas de morte e internação no país, segundo o próprio ministério, e, só em 2010, mais de 33 mil pessoas morreram em decorrência de AVC nessa faixa etária.

A Organização Mundial de AVC (WSO) alerta que, no mundo, 15 milhões de pessoas têm AVC a cada ano, e, dessas, cerca de 6 milhões não sobrevivem. O presidente da WSO, Stephen Davis, na abertura do 8° Congresso Mundial de AVC, que ocorreu hoje (10), disse que esse problema “pode ser evitado, tratado e pode ser manejado a longo prazo”.

O acidente vascular cerebral decorre da insuficiência no fluxo sanguíneo em uma determinada área do cérebro. Essa falta ou restrição no fornecimento de sangue pode provocar lesão ou morte celular e danos nas funções neurológicas. Além de provocar mortes, o AVC é a principal causa de incapacidade em adultos no mundo.

A WSO recomenda, para saber se uma pessoa está tendo AVC, primeiramente, pedir que a pessoa sorria e que se observe se o sorriso está torto. Em seguida, verificar se ela consegue levantar os dois braços. Outro passo é verificar se há alguma diferença na fala, se está arrastada ou enrolada. Caso seja identificado algum desses sinais, deve-se procurar imediatamente um serviço de saúde.

O Brasil participa da campanha mundial de combate ao AVC da WSO “6 em 1”. O nome da campanha é uma alusão à estatística que aponta que a cada seis pessoas, uma terá AVC durante a vida.

Na abertura do Congresso, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que é fundamental reduzir o tempo entre a percepção dos sintomas e a aplicação dos medicamentos. “Uma parcela muito pequena que tem sintomas de AVC chega ao serviço especializado antes das quatro horas e meia, período chave para reduzir a mortalidade”, disse o ministro.

No evento, Padilha assinou a habilitação que cria dois Centros de Atendimento de Urgência – Tipo 3, voltados para pacientes com AVC, um em Fortaleza (CE) e outro em Porto Alegre (RS).  Este terá dez leitos e aquele, 20 leitos.

Até 2014, o Ministério da Saúde deverá investir R$ 437 milhões para ampliar a assistência a vítimas de AVC. Desse total, cerca de R$ 370 milhões serão utilizados para financiar leitos hospitalares e R$ 96 milhões serão aplicados na oferta de tratamento com uso de Alteplase (enzima que ajuda na dissolução de coágulos sanguíneos).

Fonte: Agência Brasil, reportagem de Aline Leal, edição de Fábio Massalli

Você viu? Pró-Saúde conquista selo de excelência para Central de Urgências de Mogi das Cruzes

 

A direção da Pró-Saúde – Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar está comemorando mais uma conquista: uma unidade do SAMU, administrada pela nossa equipe em Mogi das Cruzes, São Paulo, acaba de receber do Ministério da Saúde um selo de excelência do socorro e atendimento emergencial. É a primeira unidade com Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) do Brasil a possuir esse selo em reconhecimento pela agilidade e qualidade do atendimento.

Em apenas dez meses de funcionamento, a Central de Urgências, Remoções e Emergências (Cure) de Mogi realizou 42.956 atendimentos. Outros itens analisados para a certificação foram o  tempo médio de resposta (de dois a três minutos), os motivos dos chamados, o atendimento informatizado e a assepsia de viaturas.

Além da satisfação pelo trabalho bem feito e que ajuda a salvar vidas, a gestão eficiente da organização social sem fins lucrativos garantiu mais recursos para a saúde da população da cidade. É que por conta da certificação, o município vai receber um aumento do repasse do governo federal: dos atuais R$ 166 mil para R$ 270 mil mensais. “Trata-se de uma conquista para o Município de Mogi das Cruzes que merece ser compartilhada com os companheiros de todos os estados” comemora o Diretor Operacional Humberto Caetano, responsável por outras unidades hospitalares administradas pela Pró-Saúde em São Paulo. 

Confira aqui, aqui e aqui  mais notícias sobre essa certificação, publicadas na imprensa de Mogi das Cruzes.

 

Você viu? Pró-Saúde inova com “Horário Kids” em Cubatão

 

Crianças a partir de três anos podem visitar as mamães na Maternidade do Hospital Muncipal de Cubatão, administrado pela Pró-Saúde em parceria com a prefeitura da cidade paulista. Reconhecido como Hospital Amigo da Criança, o HMC coleciona acreditações e prêmios pelo bom serviço prestado à população.

A iniciativa da equipe de humanização agradou às famílias, como relata a matéria abaixo, produzida pela equipe de comunicação do HMC: 

Desde o  dia 02 de agosto, o Hospital Municipal de Cubatão iniciou o projeto Horário Kids, em caráter experimental, permitindo que familiares, a partir de 3 anos, possam visitar o recém-nascido e a mãe, com autorização do médico, durante o período de internação. O encontro ocorre numa sala específica da maternidade. A visita pode ser diária, das 16h10 às 17h, e a criança deve vir acompanhada de um responsável.

A iniciativa partiu do Grupo de Trabalho de Humanização (GTH) da instituição e visa minimizar a ansiedade de mães e filhos, além de aumentar a prática do acolhimento. “A visita de crianças em ambiente hospitalar não é recomendada, mas lançamos o projeto porque a maternidade não é uma enfermidade e o espaço do encontro é uma área administrativa do hospital ” conta, a presidente do GTH, Eliana Tavares.

O primeiro visitante, João Vitor de 9 anos, estudante do 4º ano, estava orgulhoso ao lado da mãe, Claudia Carolina Ferreira, 28, que amamentava Maria Julia. “Eu estava ansioso e curioso, queria tirar uma dúvida, meu pai falou que a Julia tinha “cara de joelho”. Quando perguntado se isso era verdade, ele respondeu rindo: “Não, ela é bonita”. Quando perguntaram se omenino estava mais curioso ou com saudades da mamãe, a resposta foi rápida: “Saudades da minha mãe!”.

Julia Vitoria, seis anos, não desgrudava da mãe Camila Jesus Silva de Oliveira, 23, enquanto o pai segurava nos braços a pequena Gabrielle Camile. Ela agradeceu a iniciativa: “Vocês nem sabem como eu estou feliz; é a primeira vez que deixei a Julia sozinha. Estava com saudades e preocupada”, admitiu a mamãe.

Gabrielle também teve dúvidas quando quiseram saber  se estava mais curiosa para conhecer a irmã ou com saudades da mãe. A resposta foi a mesma: “Saudades da mamãe!”. E todos riram.

Boa ideia para inspirar outras equipes! 

Visite aqui o portal do HMC. Também vale ler aqui como o Hospital de Cubatão comemorou a semana do aleitamento, com gincana para as mamães.