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Pró-Saúde divulga relatório de prestação de contas de março de 2013

De acordo com seus valores e fiel ao princípio da transparência, a Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar vem tornando públicas as prestações de contas mesmo antes da Lei de Acesso à Informação entrar em vigor.  O Relatório de Desempenho de 03/2013 relativo ao Contrato de Gerenciamento SESAU e Pró-Saúde TO com o Governo de Tocantins para a gestão compartilhada dos hospitais públicos estaduais, que foi encerrado em 31 de janeiro de 2013, está aqui disponível para consulta. As tarjas referem-se a processos judiciais em andamento.

Relatório março de 2013: http://pt.scribd.com/doc/139725955/Rel-Desemp-Mar-2013-Final-doc-alterado-c-tarja-nas-acoes-judiciais

Clique aqui para conferir a prestação de contas dos meses anteriores.

Pró-Saúde divulga relatório de prestação de contas de fevereiro de 2013

Fiel ao princípio da transparência, a Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar torna sempre públicas suas prestações de contas com regularidade, antecipando-se à Lei de Acesso à Informação. O Relatório de Desempenho de 02/2013 relativo ao Contrato de Gerenciamento SESAU e Pró-Saúde TO com o Governo de Tocantins para a gestão compartilhada de 17 hospitais públicos estaduais, que teve seu encerramento antecipado, está aqui disponível para consulta. 

Relatório fevereiro de 2013: http://www.scribd.com/doc/130524658/REL-Consolidado-doc-Fev13

Clique aqui para conferir a prestação de contas dos meses anteriores.

Humanização: serviço de cuidados paliativos de hospital no interior paulista ganha destaque internacional

Prestes a completar três anos, o serviço de Cuidados Paliativos “Clara Luz” do Hospital de Caridade São Vicente de Paulo, em Judiaí, São Paulo, recebeu destaque internacional. A médica responsável pelo atendimento, Dra. Michelle Uchida Miwa, recebeu do St. Chistopher’s Hospice, em Londres, uma bolsa de estudos para trocar experiências com instituições referências no atendimento.

Foram 20 dias participando de aulas específicas e treinamentos práticos.Entre os 19 países participantes, apenas cinco bolsistas eram internacionais e Michelle representou o Brasil. “Conquistamos o reconhecimento devido à humanização do nosso trabalho que só foi possível graças ao empenho de todos os profissionais envolvidos, visando qualidade de vida sem perder o caráter científico”, explica a médica, que ainda recebeu convite para escrever um artigo para o site E-hospice.

Desde a implantação no São Vicente, foram atendidos 811 pacientes. Atualmente são 376 em atendimento domiciliar, sendo reavaliados pela equipe constantemente. A média de internação hospitalar é de 15 dias, com taxa de ocupação de 98% dos 6 leitos disponíveis.

Vale conferir a íntegra da matéria no E-hospice. Clique aqui.

 

Pró-Saúde divulga relatório de prestação de contas de novembro de 2012

Comprometida com a transparência, a Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar torna públicas suas prestações de contas com regularidade. O Relatório de Desempenho de 11/2012 relativo ao Contrato de Gerenciamento SESAU e Pró-Saúde TO com o Governo de Tocantins para a gestão compartilhada de 17 hospitais públicos estaduais está disponível para consulta.

Pró-Saúde divulga relatório de prestação de contas de outubro de 2012

Está disponível o Relatório de Desempenho de 10/2012 relativo ao Contrato de Gerenciamento SESAU e Pró-Saúde TO com o Governo de Tocantins para a gestão compartilhada de 17 hospitais públicos estaduais.

Clique aqui para conferir a prestação de contas de outubro.

Comprometida com a transparência, regularmente a Pró-Saúde Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar torna públicas suas prestações de contas. 

Aqui você confere as prestações de contas de meses anteriores.

Equipe do Hospital Municipal de Araguaína se une para impedir prejuízos causados pelo temporal que alagou a cidade

O Hospital Municipal de Araguaína( HMA), no norte do Tocantins, ficou alagado no início da tarde desta quarta-feira, 21, em decorrência do temporal que atingiu a cidade. A água subiu cerca de 60 cm, mas as equipes técnica e administrativa do HMA agiram a tempo para proteger os pacientes e evitar prejuízos. Assim que a chuva começou, por volta do meio-dia, os 38 pacientes internados foram transferidos para o piso superior, juntamente com seus acompanhantes. 

Com agilidade, bom humor e muito comprometimento, cerca de 50 colaboradores entre médicos, enfermeiras, técnicos, pessoal da administração e responsáveis pela limpeza e manutenção trabalharam juntos para escoar a água que invadiu o piso térreo do prédio. Alba Muniz, Diretora Geral do Projeto Araguaína, responsável pela gestão do HMA, do Ambulatório de Especialidades e da Unidade de Pronto Atendimento, não vacilou em tirar os sapatos para liderar o time. “Usamos todos os rodos e vassouras disponíveis e improvisamos baldes com os cestos de lixo, mas estão todos em segurança e não perdemos nenhum equipamento ou material ” avaliou. 

De calças arregaçadas, a pediatra Vânia Picanço, Diretora Técnica do HMA, e Bruno Rezende, Diretor Administrativo do Projeto Araguaína, cuidaram da mudança dos medicamentos da farmácia e dos produtos estocados no almoxarifado. A logística envolveu ainda a proteção dos prontuários. Por medida de segurança, foram desligados alguns aparelhos elétricos e o servidor da rede de informática. A força da água provocou uma colisão entre os automóveis dos funcionários estacionados próximos ao HMA. Mas não havia ninguém dentro dos veículos.
 
O HMA é administrado pela Pró-Saúde, juntamente com o AME e UPA 24horas por meio de um contrato de parceria firmado com  a Secretaria Municipal de Saúde. Foi a primeira vez que a chuva provocou um alagamento dessas proporções desde que a organização social sem funs lucrativos assumiu a gestão da unidade, há três anos.

Confira mais fotos no portal O Norte

 

Atender bem é o que nos motiva

A carta abaixo transcrita, recebida pelo Hospital de Urgência da Região Sudoeste (HURSO), em Santa Helena de Goiás, reconhecendo a qualidade do atendimento, não é uma manifestação incomum. E é sempre motivo de alegria para todos da Pró-Saúde, em qualquer das unidades públicas de saúde onde somos responsáveis pelo gerenciamento dos serviços.

Dispomos de sistemas de avaliação que registram a satisfação dos pacientes e familiares, sempre próxima dos 90%. E quando uma pessoa decide registrar de forma tão especial o reconhecimento pelo nosso trabalho – o que é bastante frequente – vale compartilhar e parabenizar a equipe envolvida.

O HURSO, com pouco mais de um ano de funcionamento, vem reafirmando em Goiás os valores da Pró-Saúde no atendimento humanizado e de qualidade que sempre procuramos prestar em todas as cidades. Confiram aqui outros elogios.

Parabéns aos colegas de Goiás!

CARTA AO HOSPITAL DE URGÊNCIA DA REGIÃO SUDOESTE (HURSO)

Meu nome é Joana Rosa de Jesus, moro em Goiatuba-GO e no dia 17 de setembro do corrente ano, tive que vir para o Hospital de Urgências em Santa Helena-GO, tendo em vista que minha mãe Minervina Rosa de Jesus, de 83 anos, também residente em Goiatuba-GO, sofreu uma queda e machucou.

Primeiramente a levamos para o SUS de Goiatuba, onde foi atendida. Constando-se fratura no fêmur e a necessidade da realização de cirurgia, razão pela qual foi encaminhada para o Hospital de Urgência.

Quando soubemos do encaminhamento ficamos um pouco preocupados, pois não conhecíamos e tampouco tínhamos ouvido falar desse hospital, mas essa preocupação logo acabou quando aqui chegamos, pois fomos muito bem atendidas.

Chegamos tarde da noite e já percebemos o bom atendimento e a prontidão dos médicos em fazer os exames e foi assim durante toda a nossa permanência no hospital, tanto dos médicos quanto funcionários que nos dispensaram constante atenção e ainda, a disciplina de horários tanto de remédios, quanto de refeições, a limpeza do hospital, o atendimento psicológico, todos esses detalhes que tornam esse hospital um lugar que mereça nossos elogios.

Por isso, quero externar meus elogios e agradecimentos a toda equipe do Hospital de Urgência que tanto nos acolheu bem, os médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal da limpeza, enfim todos aqueles que fazem desse hospital uma referência a ser seguida por todos em nosso país.

 Joana Rosa de Jesus

Exemplo de gestão humanizada: voluntários de hospital no interior paulista orientam famílias de pacientes

Os trinta e cinco voluntários que atuam diariamente no Hospital de Caridade São Vicente de Paulo, administrado pela Pró-Saúde em Jundiaí, São Paulo, já implantaram a primeira ação do programa “Visita Vicente” . O objetivo é oferecer atendimento humanizado aos visitantes da instituição.

“O voluntariado auxilia na recepção dos familiares e condução até o leito, desta forma as pessoas conseguem localizar os clientes internados com maior facilidade”, explica Izabelle de Oliveira, Gestora do Serviço Social do Hospital São Vicente.

O atendimento é feito diariamente das 16 às 18 e das 18 às 20 horas, inclusive aos finais de semana. “O trabalho junto com a equipe de voluntariado superou minhas expectativas”, relata Cyzinha Toniolo, Voluntária Coordenadora.

 O grupo de voluntariado abriu inscrições para o novo programa que será implantado em 2013 pelo e-mail voluntariadosaovicente@hotmail.com ou pelo telefone 4583-8225, às segundas e quintas.

Uma iniciativa que pode inspirar outros grupos de voluntários em todo o país!

 

Profissionalismo e capacitação, a receita Pró-Saúde de sucesso

 
A Pró-Saúde participou do Fórum Nordeste de Gestão em Saúde, onde o Diretor Operacional Duberney Rocha Marco apresentou “Soluçōes para Maior Resolutividade e Economicidade para Entidades Filantrópicas”. Duberney fez uma explanação sobre o cenário de atuação das filantrópicas na saúde pública, abordou as principais dificuldades enfrentadas pelo segmento, explicou como as entidades privadas com fins lucrativos atuam nesse mercado e apresentou experiências de gestão bem sucedidas da Pró-Saúde. Acompanhe, abaixo, como foi a participação da Pró-Saúde no painel voltado às entidades filantrópicas.

O que significa para a Pró-Saúde participar de um painel voltado às filantrópicas?

Duberney – Pela experiência que a Pró-Saúde adquiriu em 45 anos, pela amplitude de sua atuação em todo o país e pelo foco bem definido em gestão hospitalar, apresentar um painel como este significa ampliar parcerias, oferecer e trocar experiências com provedores das Santas Casas, com outras entidades, federações e diversas associações do setor de Saúde.

A Pró-Saúde sempre participa dos eventos, porque nossa presença é um referencial para muitas entidades filantrópicas que querem crescer e melhorar suas estruturas de gestão. Nossa expertise nos permite repassar conhecimentos e colaborar com essas entidades, que aprendem que é possível fazer diferente, até mesmo nos rincões mais longínquos, naquelas situações nas quais as dificuldades são mais prementes. E isto nos dá credibilidade!

Veja, nós também atuamos na Região Norte, onde há circunstâncias bem peculiares e extremamente complicadas. E a Pró-Saúde mostra que é possível inovar e empreender. A cada ano que passa, as instituições filantrópicas aumentam o entendimento de que é possível fazer diferente, e a gente acaba sendo chamado a participar dos eventos.

O que mais a Pró-Saúde tem a oferecer aos seus parceiros nesses eventos?

Duberney – Como uma instituição especializada em gestão hospitalar, a Pró-Saúde tem contribuído muito para o fortalecimento de soluções em questões fundamentais que afetam as filantrópicas prestadoras de serviço para o Sistema Único de Saúde (SUS). Por exemplo, alternativas e oportunidades à falta de recursos para manter e ampliar a crescente demanda da saúde pública e melhorar os processos de gestão.

A presença da Pró-Saúde nesses eventos é muito forte, porque as pessoas sempre nos procuram para conhecer as soluções que damos aos nossos processos. Muitos acreditam que temos soluções prontas, mas não é fácil. A expertise que adquirimos é fruto de muito trabalho, profissionalismo e investimentos em capacitação.

Há várias instituições privadas que trabalham para o SUS e a gente observa que as dificuldades enfrentadas por elas são muito semelhantes às das filantrópicas, as questões são mais ou menos as mesmas. A forma de tratar essas questões é que faz a diferença. As instituições privadas encaram os desafios com o olhar de negócio; e as filantrópicas tentem a não tratar isso como negócio.

Então, acho que a Pró-Saúde contribui, como neste painel que apresentamos, demonstrando que é possível ser filantrópico e ter resultados. Mas é imprescindível que haja atuação profissional na gestão de uma entidade filantrópica.

São muitos os obstáculos e desafios para as administrações filantrópicas?

Duberney – O maior obstáculo é, sem dúvida, enfrentar a falta de recursos. Numa conversa com a maioria dos provedores presentes neste Fórum, você vai escutar: eu tenho um passivo muito grande, devo muito, eu ajustei as minhas contas e fiquei devendo muito, tenho dificuldades para investir. Por isso, eu diria que o maior desafio são essas entidades compreenderem que o profissionalismo na gestão e o investimento em capacitação trazem soluções, fazem efetivamente a diferença.

E como fazer isso?

Duberney – Como já dissemos acima, acreditamos que o caminho é encarar as coisas de forma diferente, deixar de fazer do mesmo jeito, quebrar paradigmas, buscar novos pontos de vista, firmar parcerias.

Qual é o diferencial da Pró-Saúde na gestão hospitalar no Nordeste?

Duberney – A Pró-Saúde está presente no Nordeste há muitos anos. Esta é uma região onde as estruturas públicas são muito grandes, o Estado é muito presente devido à carência da população, ao ainda baixo poder aquisitivo. Ou seja, há muitos clientes do SUS e isso faz com que outras instituições não invistam na região. Claro que há polos de excelência, como Salvador, Recife, Fortaleza, apenas para citar alguns exemplos. São locais que têm estruturas magníficas, mas que atendem outro nicho de mercado. Então, quem atende o cliente do SUS? O hospital público!

Nosso grande diferencial, além da experiência de 45 anos no ramo, está no fato de que a Pró-Saúde implanta uma estrutura completa, seja nas instituições públicas ou privadas, com métodos, processos bem definidos, tudo modelado. Isso permite às instituições daqui trabalharem com padrões de gestão de alto nível. Hoje, temos vários hospitais públicos sendo acreditados no Nordeste e muitos deles têm a Pró-Saúde como referência. Isso porque sempre fomos líderes e pioneiros. Dessa forma, os primeiros hospitais públicos no Nordeste foram acreditados pela Pró-Saúde.

 

Bom exemplo: contra obesidade infantil, hospital goiano vai à escola

No dia 20 de setembro, a Comissão de Humanização, através do Serviço de Nutrição e Dietética (SND), da O.S. Pró-Saúde/Hospital de Urgência da Região Sudoeste, administrado pela Pró-Saúde, promoveu uma ação contra a obesidade infantil em duas escolas de Santa Helena de Goiás, com crianças de 05 a 11 anos de idade.

Foram realizadas palestras de orientação quanto a importância de uma alimentação saudável, para mais de 150 crianças, que assistiram ao tema com curiosidade, além de participarem da construção de uma pirâmide alimentar, atividade interativa para fixar o conhecimento adquirido.

Segundo Joice Ferreira, Supervisora do SND, “é necessário que a temática de alimentação saudável esteja presente desde o inicio da escolarização, para que torne-se um hábito, evitando assim novos casos de obesidade infantil”.

“O reflexo desse alto índice se deve ao estilo de vida atual, marcado pelo sedentarismo e pelo consumo desenfreado de alimentos industrializados. Embora existam fatores individuais de predisposição, o fato é que apenas 5% das crianças e adolescentes obesos apresentam problema endocrinológico como causa principal do sobrepeso. A batalha contra os quilos não só é possível como deve começar cedo e é de suma importância a assistência da família, porque a criança não entende a razão de tanto cuidado com o seu peso e nem sempre quer colaborar”, conta Joice.

A coordenadora da escola Custódio P. Vêncio, Mariley Linhares, afirmou que é de suma importância receber o apoio de instituições com autoridade sobre determinados assuntos. “E, de fato, a alimentação saudável é uma dificuldade. Na escola recebem uma dieta balanceada, mas o problema são os hábitos alimentares fora daqui”, conclui.

 Saiba mais

De acordo com dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, 34,8% das crianças no Brasil, com idade entre 5 e 9 anos, têm peso maior que o considerado saudável pela Organização Mundial da Saúde – OMS. Ainda segundo o IBGE, cerca de 10% das crianças e adolescentes brasileiras estão acima do peso e 7,3% são consideradas obesas.

 Fonte: Assessoria de Comunicação – O.S. PRÓ-SAÚDE/HURSO em Santa Helena de Goiás