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Parto normal: a natureza se encarrega; mamãe e bebê agradecem

As vantagens psicológicas e físicas do parto natural para mães e filhos são explicadas pela médica Merielle Barbosa Lobo no artigo que defende “a melhor forma de dar à luz, embora a cesariana seja indicada em determinados casos”. Com experiência de obstetra, atuando em três hospitais administrados pela Pró-Saúde, a médica alerta para os altos índices de partos cirúrgicos no país, bem acima da taxa dos 15% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

São realizadas 39% de cesarianas, muitas desnecessárias, segundo dados de 2002 do Sistema de Informações de Nascidos Vivos (Sinasc), lembra ela. Para para reverter esse índice, o Ministério da Saúde lançou uma campanha a favor do parto normal, explica Merielle. “Os benefícios do parto normal são inúmeros, tanto para a mãe como para seu bebê. Vão desde uma melhor recuperação da mulher e redução dos riscos de infecção hospitalar até uma incidência menor de desconforto respiratório do bebê”, justifica.

Para os recém-nascidos, diz a Dra. Merielle “o início das contrações é uma espécie de aviso de que sua hora de nascer está chegando. Assim, ele se prepara melhor para esse momento e terá menos problemas de adaptação na vida fora do útero materno”, acrescenta, defendendo ainda o parto natural como melhor forma de dar à luz pelo estabelecimento do vínculo afetivo entre mãe e bebê, “inclusive com a presença do pai ou de um familiar, oportunidade única do primeiro contato e de iniciar o aleitamento materno ainda em sala de parto”, conclui a médica. 

O Coordenador Operacional da Pró-Saúde no Tocantins, o administrador hospitalar Allan Jacqueson Barbosa Lobo, enfatiza que, “apesar da evolução tecnológica e do avanço do conhecimento, ainda morrem mulheres por falta de orientações durante a gestação, parto e pós-parto, sem contar nos bebês que nascem e não chegam ao primeiro ano de vida”. E acrescenta: “cuidar da mulher, especialmente da gestante e da criança é uma das metas da ONU – organização das Nações Unidas, e o parto normal contribui muito para redução de complicação e redução da mortalidade materna e da criança”

Leia a íntegra do artigo: [prettyfilelink src=”http://prosaudetocantins.org/wp-content/uploads/2012/08/Artigo_Dr.a._Merielle.pdf” type=”pdf”]Artigo_Dr.a._Merielle[/prettyfilelink]

 

Merielle Barbosa Lobo, graduada em Medicina pela Universidade Iguaçú/RJ, Especialista/Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo Ministério da Saúde /Maternidade Municipal Leila Diniz e Hospital Municipal Raphael de Paula e Souza/Rio de Janeiro/RJ, Especialista em Emergência Obstétrica ALSO, Advanced life Suport in Obstetrics, CRM Tocantins,  é médica do Hospital e Maternidade Pública Tia Dedé, em Porto Nacional /TO, médica do Hospital e Maternidade Pública Dona Regina Siqueira Campos em Palmas/TO e  médica do Hospital Yutaka Takeda em Carajás/PA.

 

Salário Emocional como ferramenta motivacional em ambientes de crise

“Um dos grandes desafios da gestão de pessoas no mundo corporativo é administrar as formas pelas quais as políticas institucionais buscam atender às necessidades de seus recursos humanos. O pagamento do salário em termos monetários já é considerado insuficiente” considera a psicóloga Patrícia Jaen, gerente de Recursos Humanos da Pró Saúde TO, que aborda aqui o salário emocional, “como ferramenta motivacional em ambientes de crise”. 

“A insegurança e a ansiedade diante da antecipação do encerramento do contrato vêm afetando a motivação dos colaboradores” reconhece Patrícia, ao se referir ao Hospital Geral de Palmas, onde a área de Gestão de Pessoas busca neutralizar os efeitos negativos do momento de transição. 

A psicóloga defende outros fatores que podem aumentar a motivação dos colaboradores, tais como: estabelecimento de metas claras, processo de comunicação transparente e disposição das lideranças para acolher sua equipe. “Quando existe a preocupação com esses benefícios indiretos, o retorno para tal investimento advém com a maior integração da equipe e comprometimento com resultados. Assim, eles podem vir a ser satisfatórios, ainda que em ambientes turbulentos” garante Patrícia.

Leia a íntegra aqui.[prettyfilelink src=”http://prosaudetocantins.org/wp-content/uploads/2012/08/Artigo_-Salário-Emocional-como-ferramenta-motivacional-em-ambientes-de-crise-1.doc” type=”doc”]Artigo_ Salário Emocional como ferramenta motivacional em ambientes de crise (1)[/prettyfilelink]

Patrícia Jaen é graduada em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, tem MBA em Gestão de Pessoas pela Universidade Cruzeiro do Sul e é gerente de Recursos Humanos da Pró Saúde TO.

 

A paixão faz a diferença

Em uma mensagem oportuna para iniciar a semana, o administrador hospitalar Allan Jacqueson Barbosa Lobo propõe encarar as crises como oportunidades de superação. E faz um convite à reflexão sobre trabalho, paixão e entusiasmo.

Coordenador Operacional da Pró-Saúde TO dos Hospitais Dona Regina, Tia Dedé, Miracema, Hospital Geral Público de Palmas e Hospital Infantil Público de Palmas, ele considera que a escolha profissional pela atuação na saúde compreende mais do que o preparo acadêmico. “Trabalhando em uma ou para uma instituição que presta serviços de saúde, nada foge a regra, pois requer, além de dedicação a uma excelente formação acadêmica, respeito às normas, hierarquias, e principalmente às pessoas, é necessário gostar do que faz, sentir prazer no que está sendo realizado. Pois quem escolheu trabalhar nesta área lidará com o sofrimento alheio, que precisa ser respeitado, entendido e sobretudo amado em sua dor”, justifica Allan. 

E garante: “Os profissionais que integraram ou integram o Projeto da Pró-Saúde nos dezessete hospitais públicos e no escritório central do Tocantins, deixaram seus estados de origem, suas famílias e muitos os relacionamentos afetivos, não somente pelas suas expertises, mas principalmente pela paixão a profissão e trabalho que escolheram, orgulho de ser colaborador da Pró-Saúde!”

 Allan Jacqueson Barbosa Lobo, Graduado em Administração com habilitação em Administração Hospitalar pelo Centro Universitário São Camilo/SP, Pós-Graduado em Gestão de Micro e Pequenas Empresas pela Universidade Federal de Lavras/MG, Pós-Graduado em Didática do Ensino Superior pela Faculdade Capixaba de Nova Venécia/ES, Pós-Graduado em Acreditação – Qualidade em Serviços de Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais/MG é Coordenador Operacional da Pró-Saúde TO dos Hospitais: HMP Dona Regina Siqueira Campos, Hospital Geral Público de Palmas, Hospital Infantil Público de Palmas, HMIP Tia Dedé e Hospital Regional Público de Miracema.

Confira  a íntegra do texto:[prettyfilelink src=”http://prosaudetocantins.org/wp-content/uploads/2012/08/AllanBarbosaLobo.doc” type=”doc”]AllanBarbosaLobo[/prettyfilelink]

Aqui você encontra o Allan no Facebook.

 

 

 

 

 

 

Relação médico e paciente: uma dor pra se curar

A relação entre médico e paciente, apesar de sua complexidade e das influências externas – tais como o excesso de informações atualmente disponíveis sobre a saúde – pode ser aperfeiçoada. E a aproximação humana é um caminho. É o que propõe o médico Cesar Bortoluzo em seu artigo.

“O paciente, ou cliente, espera do médico que lhe apresente objetivamente uma causa para seu desconforto e uma solução concreta, material e, de preferência, simples, que lhe doa menos do que a doença. Nessa troca de informações e impressões entre os dois, há várias barreiras a criar possibilidades de desencontros e desfechos desagradáveis”, afirma.

Para o especialista em urologia e gestão de sistemas de saúde, devem ser consideradas as diferenças culturais que dificultam a compreensão da linguagem técnica. “Aprender a ‘língua do povo’ é mais fácil para o médico que, apesar de vir geralmente das elites culturais e econômicas, pode e deve se aproximar” defende Dr. Cesar. “Fazer o paciente e sua família entenderem a doença e o tratamento é o mais difícil, porque a escola o ensina a falar e pensar tecnicamente, para ter prestígio entre os pares, mais do que saber se comunicar com seu objeto de atenção, o paciente”, admite ele.

“Trabalhar a humanização do atendimento, o acolhimento dos pacientes, a receptividade às queixas do doente e da família e o conforto físico decente fazem parte de todos os processos de atenção à saúde, seja nos hospitais ou nos ambulatórios de atenção primária”, afirma.

Segundo Bortoluzo, “há condições objetivas a serem criadas, mantidas e aperfeiçoadas. Há, acima de tudo, a disposição de servir e a atitude de conseguir mais do que a cura, muitas vezes impossível, chegar ao maior objetivo da arte médica.”

Leia o artigo na íntegra: [prettyfilelink src=”http://prosaudetocantins.org/wp-content/uploads/2012/08/ARTIGO-Cesar-Bortoluzo.pdf” type=”pdf”]ARTIGO – Cesar Bortoluzo[/prettyfilelink]

César Bortoluzo, Médico Urologista graduado pela Faculdade de Medicina da USP, Especialista em Cirurgia Geral pelo Hospital das Clínicas-FMUSP, Especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia e Especialista em Gestão de Sistemas de Saúde pela Fundação Getúlio Varga (MBA) é Coordenador Médico e Responsável Técnico pelo Escritório Central da Pró-Saúde Tocantins.

 

Aprovação do usuário ajuda a melhorar o Programa de Atendimento Domiciliar

A enfermeira Roseli Lopes de Melo Padua analisa em artigo (abaixo) os resultados da Pesquisa de Satisfação do Usuário na gestão do Atendimento Domiciliar oferecido a pacientes do HGPP, que ela coordena. E defende o monitoramento da reação da comunidade para a melhoria desse serviço pioneiro no Tocantins implantado pela Pró-Saúde, que vem atendendo pacientes adultos atendidos no hospital por traumatismo, acidente vascular cerebral, entre outros casos.

Para o coordenador Operacional TO dos Hospitais da Capital/Metropolitana, Allan Jacqueson Barbosa Lobo, o programa de internação domiciliar foi um sucesso principalmente pela excelente seleção da equipe multiprofissional. O PID , implantado em dezembro de 2011 conquistou o 3o. lugar no 8o. Prêmio Nacional da Federação Brasileira de Administradores Hospitalares para Allan. (Leia mais aqui.)

O Atendimento Domiciliar tem respaldo legal e é caracterizado “por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação prestadas em domicílio, com garantia de continuidade de cuidados e integrada às redes de atenção à saúde”, segundo o Ministério da Saúde. Com uma equipe multidisciplinar e focado na prevenção, oferece ao paciente e à sua família a possibilidade de individualização da assistência, aumentando sua participação em algumas situações de cuidado à saúde, que eram de responsabilidade única das instituições.

 “A avaliação de satisfação do usuário sobre o atendimento geral do PID apresenta grande relevância, uma vez que a comunidade é a razão da sua existência e deve ser identificada como sujeito capaz de avaliar e intervir, modificando o próprio sistema” afirma a enfermeira.

E observa: “Ao analisar os gráficos este mês, observo uma melhoria geral de toda a equipe, em que o ótimo prevaleceu em toda especialidades, além de observar vários outros benefícios proporcionados pela pesquisa, como percepção mais positiva dos clientes quanto ao programa, informações precisas e atualizadas quanto às necessidades dos clientes, relações de lealdade com os cuidadores, baseadas em ações corretivas e confiança desenvolvida em função de uma maior aproximação com doente e família”.

Para a enfermeira, “a Pesquisa de Satisfação do Usuário tem hoje como objetivo geral nortear o processo de trabalho, tornando-se importante por dar voz àquele que faz parte de todo o processo e que é a peça fundamental na assistência: o cuidador.”

Roseli Lopes de Melo Padua é graduada em Enfermagem pela Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS), Pouso Alegre/MG, Pós-Graduada em Terapia Intensiva pela Faculdade de Enfermagem do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, Pós-Graduada em Enfermagem Oncológica pelo Centro Internacional de Ensino e Pesquisa AC Camargo, em São Paulo, atualmente é Coordenadora do Programa de Internação Domiciliar do Hospital Regional Público de Palmas Dr. Francisco Ayres, no Tocantins.

Confira a íntegra do artigo: [prettyfilelink src=”http://prosaudetocantins.org/wp-content/uploads/2012/08/Artigo-RoseliPDI.doc” type=”doc”]Artigo RoseliPDI[/prettyfilelink]

Confira aqui o cronograma de capacitação do PID:[prettyfilelink src=”http://prosaudetocantins.org/wp-content/uploads/2012/08/cronograma-do-projeto.doc” type=”doc”]cronograma do projeto[/prettyfilelink]

Hospital Tia Dedé faz semana de mobilização pelo aleitamento materno

 

O Hospital Materno Infantil Público Tia Dedé está promovendo uma mobilização para sensibilizar todos os funcionários do hospital sobre a importância do incentivo ao aleitamento na certificação Hospital Amigo da Criança (IHAC).  

A organização é da Enfermeira Alessandra Vasconcellos com o Núcleo de Educação Permanente e Comitê de Aleitamento Materno, integrado por uma equipe multidisciplinar e conta com o apoio da direção do Tia Dedé.

De 20 a  24 de agosto estão previstas palestras e esclarecimentos em todos os setores do hospital, com a presença dos grupos de multiplicadores em cada turno (manhã, tarde e noite) para dar orientações  aos colaboradores sobre o incentivo ao aleitamento materno.

O leite materno é um dos maiores aliados no combate à mortalidade infantil. Compartilhe os vídeos e materiais que possam contribuir com essa mobilização!

Leia também o artigo do Dr. Glauco sobre a amamentação como prática sustentável. Aqui.

Confira aqui campanha de amamentação 2012 do Ministério da Saúde. Ela visa incentivar às mães brasileiras a amamentar até os dois anos ou mais e de forma exclusiva até os sexto mês de vida do bebê. Com o slogan Amamentar hoje é pensar no futuro, as peças trazem a madrinha da campanha, Wanessa Camargo, amamentando o seu primeiro filho e com orientações para as mulheres sobre como amamentar e quais os benefícios dessa prática. 

 

 

 

Amamentar, ato natural e sustentável

O ato de amamentar está em plena sintonia com um desafio contemporâneo: o da sustentabilidade. É o que explica o médico Glauco Miranda, Diretor Técnico do Hospital Materno Infantil Público Tia Dedé, no artigo aqui compartilhado. “É sustentável, pois diminui o gasto de água para preparar os alimentos; não gasta combustível para esquentar o leite; não produz poluição; diminui a fabricação de produtos plásticos, como chuquinhas e mamadeiras” justifica o especialista em Ginecologia e Obstetrícia que integra a equipe da Pró-Saúde responsável pela gestão de 17 hospitais públicos estaduais do Tocantins.

Dr. Glauco defende a necessidade dos profissionais conscientizarem as mães sobre o aleitamento materno, tanto pelas vantagens para a saúde da mulher e da criança, quanto do ponto de vista da gestão das políticas públicas. “Devido a todas vantagens citadas acima é que a instituição Hospital Materno Infantil Tia Dedé, de Porto Nacional – TO, abraçou a ideia de Hospital Amigo da Criança, sabendo que essa política é uma maneira sustentável e salutar de ajudar a população portuense a melhorar sua saúde e sua expectativa de vida”, conclui.

O Coordenador Operacional da Pró-Saúde para a capital e região metropolitana tocantinense Allan Lacqueson Barbosa Lobo, propôs à equipe o registro do legado desses meses de gestão e ficou entusiasmado  com o retorno: Estimular a equipe a escrever é reconhecer e confiar no potencial dos liderados; a participação de médicos na elaboração desses artigos demonstra a sintonia de uma equipe multidisciplinar”, declara.

Confira a íntegra do artigo do Dr. Glauco. Compartilhe e comente!

[prettyfilelink src=”http://prosaudetocantins.org/wp-content/uploads/2012/08/Artigo-REVISADO-Dr.-Glauco1.docx” type=”doc”]Artigo REVISADO – Dr. Glauco[/prettyfilelink]

Saiba mais e compartilhe também outros artigos da equipe da Pró-Saúde:

Maria Beatriz Fernandes Rosa, Implantação do Processo de Enfermagem como subsídio para a Certificação Hospital Amigo da Criança – segundo Dra. Wanda de Aguiar Horta. Leia aqui.

Lafaete Teixeira Jr. e Ivete Silveira Borges, Higienização Hospitalar, mitos e verdades. Leia aqui.

Flávio Marcosini de Souza, Dez passos para ser Hospital Amigo da Criança. Leia aqui.

Somos gente que cuida de gente

A mensagem da Dra. Wanda de Aguiar Horta, pioneira da fundamentação teórica para a enfermagem no Brasil, sintetiza o artigo de Maria Beatriz Fernandes Rosa, diretora de enfermagem do Hospital Materno Infantil Público Tia Dedé, em Porto Nacional. O tema é: Implantação do Processo de Enfermagem como subsídio para a Certificação Hospital Amigo da Criança – segundo Dra. Wanda de Aguiar Horta

“Somos gente que cuida de gente”, resumia a enfermeira paraense sobre os desafios de sua profissão. Suas pesquisas nos anos 60 representaram um divisor de águas na enfermagem brasileira e hoje inspiram a equipe do Tia Dedé a conquistar a certificação de Hospital Amigo da Criança. “Gente que cuida de gente” também define o trabalho diário da equipe da Pró-Saúde que, encerrando antecipadamente o contrato de gestão de 17 unidades hospitalares públicas do Tocantins, documenta os avanços conquistados para a população.

O Coordenador Operacional Allan Jacqueson Barbosa Lobo, responsável pelas unidades hospitalares de Palmas e região metropolitana, tem estimulado sua equipe a produzir artigos científicos, como forma de registrar o legado da organização filantrópica durante a vigência do contrato firmado com o governo. “Nosso objetivo é dar oportunidade para que todos os profissionais possam demonstrar de maneira científica e acadêmica o seu conhecimento, além de buscar o aprimoramento profissional e o crescimento pessoal”, justifica Allan.

O Blog da Pró-Saúde Tocantins compartilha aqui o trabalho de Maria Beatriz Fernandes Rosa, enfermeira formada pela UNIFESP, com residência em Cardiologia pelo Instituto Dante Pazanese de Cardiologia, Especialista em Emergências e Administração de Serviços de Enfermagem pela Escola de Enfermagem do Hospital Albert Einstein, Instrutora de ACLS (Advanced Cardiac Life Suport) pelo Medical Treining of Miami, e atualmente Diretora de Enfermagem do Tia Dedé.

Diz a autora: “A prática de Enfermagem alicerça-se em habilidades e capacidades específicas que ajudam a determinar o que deve ser feito, porque deve ser feito, por quem deve ser feito. São habilidades e capacidades cognitivas (pensamento e raciocínio), psicomotoras (físicas) e afetivas (emoções, sentimentos e valores), agregados a conhecimento e perícia no uso das técnicas de resolução de problemas e liderança na implementação do plano de intervenções”. Leia, comente e compartilhe.

[prettyfilelink src=”http://prosaudetocantins.org/wp-content/uploads/2012/08/SAE-MARIA-BEATRIZ-Revisado.docx” type=”doc”]SAE – MARIA BEATRIZ – Revisado[/prettyfilelink]

Leia também o artigo de Lafaete Teixeira Jr. e Ivete Silveira Borges, Higienização Hospitalar, mitos e verdades, clicando aqui.

E leia aqui o artigo de Flávio Marcosini de Souza no artigo sobre os Dez passos para ser Hospital Amigo da Criança

Higienização e limpeza hospitalar, mitos e verdades

A superação dos desafios do Hospital Geral Público de Palmas em relação à higiene e limpeza hospitalar é o tema abordado no artigo de Lafaete Teixeira Junior e Ivete Silveira Borges, colaboradores da Pró-Saúde Tocantins.

“Os usuários e os profissionais do SUS tendem a apontar a falta de produtos e de funcionários como causa determinante da baixa qualidade dos serviços hospitalares ofertados, dentre eles a higienização e limpeza” admitem os autores. Mas alertam: “analisando-se esta questão sob a ótica de mitos e verdades, é possível afirmar que se trata de um mito, sobretudo quando se coloca o tópico ‘qualidade’ no âmbito complexo da gestão dos serviços públicos de saúde”.

Confira o artigo: [prettyfilelink src=”http://prosaudetocantins.org/wp-content/uploads/2012/08/Artigo-Lafaete.doc” type=”doc”]Artigo Lafaete[/prettyfilelink]